
Quem convive com cães sabe que encontrar pelos pela casa faz parte da rotina. No sofá, na roupa ou até no chão logo após a limpeza, a queda de pelo costuma gerar dúvidas e, em alguns casos, preocupação. Afinal, por que cachorro solta pelo e quando isso é considerado normal?
A troca de pelos é um processo natural, mas nem sempre deve ser ignorada. Em determinadas situações, a queda excessiva pode indicar problemas de saúde, alimentação inadequada ou até fatores emocionais.
Por isso, entender as causas ajuda o responsável a agir corretamente e a garantir mais conforto e bem-estar ao pet. Com orientação veterinária adequada, como a oferecida pela equipe da UniVET, é possível diferenciar o que é fisiológico do que exige investigação clínica.
Sim, é normal que o cachorro solte pelo, especialmente em determinadas épocas do ano. Muitos cães passam por períodos de muda, nos quais o organismo elimina fios antigos para dar espaço a uma pelagem nova e mais adequada à estação. Esse processo costuma ser mais intenso no outono e na primavera.
No entanto, a quantidade de pelo deve ser observada com atenção. Quando a queda se torna exagerada, contínua ou vem acompanhada de outros sinais como coceira intensa, falhas na pelagem, descamação da pele ou alterações no comportamento, é importante investigar.
Nesses casos, a avaliação clínica é essencial para identificar se há alguma doença dermatológica ou sistêmica envolvida.
A genética influencia diretamente na quantidade de pelo que o cachorro solta. Raças com dupla pelagem, como Labrador Retriever, Golden Retriever, Husky Siberiano e Pastor Alemão, tendem a perder mais pelos ao longo do ano. Isso acontece porque esses cães possuem uma camada interna densa, responsável pela proteção térmica.
Já raças como Poodle, Shih Tzu e Yorkshire Terrier apresentam crescimento contínuo dos fios, o que reduz a queda, mas aumenta a necessidade de tosas frequentes. Conhecer o padrão da raça evita preocupações desnecessárias e ajuda a adaptar a rotina de cuidados, como escovação e higiene.
Quando a queda de pelo foge do padrão esperado, é preciso considerar outras causas além da genética. Diversos fatores podem afetar diretamente a saúde da pele e da pelagem do cachorro.
Uma alimentação desequilibrada está entre as principais causas de queda excessiva de pelo. A falta de proteínas de qualidade, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais compromete a saúde da pele, deixando os fios fracos, opacos e mais propensos a cair.
Rações de baixa qualidade ou dietas caseiras sem orientação profissional podem agravar o problema. Em consultas veterinárias, ajustes nutricionais e suplementações específicas costumam fazer grande diferença na recuperação da pelagem.
O estado emocional do cachorro impacta diretamente sua saúde física. Mudanças na rotina, ausência prolongada do responsável, barulhos intensos, chegada de novos animais ou até falta de estímulos podem gerar estresse e ansiedade.
Esses fatores podem desencadear queda de pelo, lambedura excessiva e até dermatites comportamentais. Aqui na UniVET, o atendimento de nossos profissionais considera não apenas os sinais físicos, mas também o contexto emocional do pet, buscando soluções mais completas e humanizadas.
Alterações hormonais são causas importantes de queda de pelo em cães, especialmente em animais adultos e idosos. Doenças como hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo costumam provocar perda de pelo simétrica, pele mais escura, ganho de peso e apatia.
O diagnóstico dessas condições exige exames laboratoriais específicos e acompanhamento contínuo. Ter acesso a uma estrutura com laboratório clínico próprio agiliza a identificação do problema e o início do tratamento adequado.
Pulgas, carrapatos e ácaros causam irritação intensa na pele, levando o cachorro a se coçar e a perder pelo. Além disso, alergias alimentares ou ambientais também estão entre as causas mais frequentes de queda de pelo localizada ou generalizada.
O controle regular de parasitas, aliado à investigação das possíveis alergias, é fundamental para manter a saúde da pele. Em muitos casos, o tratamento envolve mudanças na dieta, uso de medicamentos específicos e acompanhamento dermatológico.
Como já mencionamos anteriormente, cães com dupla pelagem costumam soltar mais pelo. Labrador, Golden Retriever, Husky Siberiano, Akita e Pastor Alemão são exemplos clássicos. Isso não indica falta de saúde, mas sim uma característica natural da raça que exige escovação frequente.
Manter uma rotina de escovação adequada, oferecer alimentação de qualidade e garantir o controle de parasitas são medidas básicas e eficazes. Também é importante observar se há outros sinais associados, como coceira ou falhas na pelagem.
Se a queda persistir ou se agravar, o ideal é procurar um veterinário. Na UniVET, o responsável encontra estrutura completa para avaliação clínica, exames laboratoriais e acompanhamento especializado, tudo em um só lugar.
Nenhuma raça é totalmente livre da queda de pelos, mas algumas soltam bem menos. Poodle, Bichon Frisé, Maltês e Schnauzer são exemplos de cães com menor queda, embora exijam tosas regulares para manter a saúde da pelagem.
Quando a queda de pelo se torna excessiva ou recorrente, o acompanhamento com um veterinário especializado em dermatologia é fundamental. Esse profissional é capacitado para identificar doenças de pele, alterações hormonais, alergias e outros fatores que impactam diretamente a saúde do cachorro.
Contar com uma clínica veterinária 24h, com equipe qualificada e estrutura completa, como a UniVET, oferece mais segurança para o responsável e mais qualidade de vida para o pet. Cuidar da pele e dos pelos vai além da estética, é parte essencial do bem-estar e da saúde do animal.
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