Saber o que cachorro pode comer é uma das maiores dúvidas entre os tutores, especialmente aqueles que querem variar a alimentação ou oferecer petiscos mais naturais aos seus companheiros.
A alimentação dos cães deve ser equilibrada, rica em nutrientes e sempre supervisionada por um médico-veterinário. Embora a ração balanceada continue sendo a forma mais segura de garantir todos os nutrientes diários, alguns alimentos naturais também podem ser oferecidos, com moderação e de forma correta.
É comum querer compartilhar o que comemos com nossos cães, mas nem todos os alimentos consumidos por humanos são seguros para os pets.
Itens como chocolate, cebola, alho, uva, abacate, café e alimentos com muito sal ou temperos industrializados são altamente tóxicos para os cães e devem ser evitados a todo custo.
Por outro lado, existem alimentos saudáveis que podem ser oferecidos de forma segura, como vegetais cozidos (abóbora, chuchu, cenoura, batata-doce) e algumas frutas — desde que sem sementes ou caroços.
Vale lembrar que qualquer mudança na dieta deve ser feita com orientação veterinária.

Frutas são uma excelente opção de petisco natural e nutritivo para cães, desde que sejam oferecidas em pequenas porções e corretamente higienizadas. Veja algumas frutas liberadas para seu cãozinho:
Fonte de vitaminas A, C e fibras. Deve ser oferecida sem casca e sem caroço.
Rico em antioxidantes, o morango é um aliado da imunidade. Por ser uma fruta ácida, deve ser oferecida com moderação.
O melão é uma ótima fruta para oferecer em dias quentes, pois é composto majoritariamente por água. Ele ajuda na hidratação, contém fibras e vitaminas como A e C.
Moderação é a chave: apesar de saudável, o excesso pode causar diarreia, especialmente em cães mais sensíveis.
Fonte de potássio e energia, a banana é muito apreciada pelos cães. Evite exageros, pois é uma fruta rica em açúcar natural.
Excelente para cães, rica em fibras, vitaminas A e C, além de ter baixo teor calórico. Ajuda na digestão e pode até contribuir com a limpeza dos dentes do pet por sua textura crocante.
Importante: sempre ofereça a maçã sem sementes, pois elas contêm cianeto, uma substância tóxica para os cães.
Seu cachorro pode comer melancia, pois é composta por cerca de 90% de água, a melancia ajuda na hidratação e é refrescante nos dias quentes. Ofereça sem sementes e sem casca.
A pera é uma opção segura e saborosa, rica em vitaminas C e K, além de conter potássio e antioxidantes naturais. Por ser levemente adocicada, costuma agradar até os pets mais exigentes.
Dica: retire a casca (se preferir) e sempre remova as sementes antes de oferecer ao cão.
O kiwi pode ser oferecido em pequenas quantidades e sem casca. É rico em vitamina C, E, fibras e antioxidantes. Por ser uma fruta ácida, seu consumo deve ser eventual, especialmente para cães com estômago sensível.
Atenção: sempre observe a reação do pet após oferecer o kiwi pela primeira vez, para garantir boa aceitação.
Agora que já sabe o que seu cãozinho pode comer, vamos falar sobre o que você não deve dar para seu cachorro. Para te ajudar nessa parte, separamos algumas das principais frutas que você não deve oferecer para seu pet. Confira:
A uva, seja in natura ou em forma de uva-passa, é extremamente tóxica para os cães. Mesmo em pequenas quantidades, pode causar insuficiência renal aguda, levando o pet a apresentar vômitos, letargia, diarreia e, em casos graves, falência dos rins. Jamais ofereça uvas ao seu cão.
Apesar de parecer inofensiva, a carambola contém substâncias chamadas oxalatos, que podem afetar diretamente os rins dos cães, especialmente os que já têm predisposição a problemas renais.
Os sintomas de intoxicação incluem vômitos, salivação excessiva, convulsões e alterações neurológicas. Essa fruta deve ser mantida longe do potinho do seu pet.
O abacate contém uma substância chamada persina, tóxica para cães e outros animais domésticos. A ingestão pode provocar vômitos, diarreia, dor abdominal e dificuldade respiratória.
Além disso, o caroço do abacate representa risco de obstrução intestinal se for engolido acidentalmente.
Se o seu cachorro está sem apetite, é fundamental observar o comportamento dele e procurar um médico-veterinário, especialmente se a falta de apetite durar mais de 24 horas.
Essa falta de apetite pode estar ligada a inúmeros fatores: desde estresse e mudanças na rotina até problemas gastrointestinais, infecções ou doenças mais graves.
Algumas dicas iniciais que podem ajudar:
Nunca medique seu pet por conta própria. O ideal é realizar exames e uma avaliação clínica completa para descobrir a causa do problema e tratá-lo corretamente.
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